O Rei da Holanda, Guilherme Alexander, está certo ao afirmar: “O estado do bem-estar social morreu. O povo e o mercado tem de se desenvolver sozinhos ?”

O povo deve criar sua própria rede de assistência social. Vejam vídeo no link da fonte abaixo do discurso do Rei feito esta semana.
Verdade seja dita:
“Foi este modelo de desenvolvimento, que eu chamo de trabalho, que fez o mundo desenvolvido ser desenvolvido. É este modelo que fará os países em desenvolvimento e pobres saírem da miséria, e não este assistencialismo em que dar o peixe pronto e não ensina-se ninguém a pescar.”




A criação da própria rede de assistência social é um modelo das associações da idade média que funcionou, e ajudou em muito, aos países Europeus serem o que são hoje.

O assistencialismo exagerado e comodista do estado perpetua a pobreza, a preguiça e o conflito social.

Fonte:ijreview.com/2013/09/80156-dutch-king-declares-welfare-state-dead/
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A NOVA PARÓQUIA A PARTIR DO DOCUMENTO DE APARECIDA: Paróquia é Comunidade de Comunidades – Como trazer para a Comunidade Paroquial, grupos que se dizem Cristãos e Católicos, mas não estão em unidade com a Paróquia local?




Metodologia: Ver, julgar e agir.

I-Ver o problema (Analise):

É uma realidade comum em diversas paróquias do Brasil e do mundo, grupos de católicos que não se enquadram nas pastorais, mas servem e querem servir a Igreja local e universal.Existem três tipos mais comuns:


1)- Os tradicionalistas: São pessoas com boa formação doutrinária, que poderiam ser usados, na Catequese. Reúnem-se em grupos nas próprias casas, dão cursos sobre doutrina Católica de forma independente.São geralmente oriundos das Classes média e altas. Preferem as missas no rito Tridentino, sem palmas, expressões corporais e sem os instrumentos musicais modernos (Bateria,guitarra,teclado e outros instrumentos de percussão).Quando assistem as missas no Rito de Paulo VI durante as homilias se retiram para orações, leituras e meditações pessoais, retornando apenas na liturgia Eucarística.Servem a Igreja de forma Isolada, geralmente na evangelização com os modernos meios de comunicação, palestras e cursos.Os mais radicais são Sede Vacantistas e não aceitam o Concílio Vaticano II.

2)- Os Carismáticos:Na sua grande maioria hoje já estão mais próximos a paróquia e prestando serviço a mesma nas pastorais.Mas ainda existem grupos que por alguma desavença com o pároco ou algum(s) membro(s) de pastoral, ou mesmo até por não concordar com a metodologia pastoral, se afastam levando alguns simpatizantes, ou formando grupos de oração em residências, condomínios,prédios públicos e ou alugados.São execelentes no serviço de animação, pois são muito espontâneos
3)- As Comunidades Eclesiais de Base:
O futuro sobre o qual está depositado a esperança das CEBs é a fidelidade às orientações do Magistério que governa a Igreja”, afirmava o arcebispo emérito do Rio de Janeiro, cardeal Eugenio Sales.
O arcebispo emérito escreveu um artigo sobre as CEBs (Comunidades Eclesiais de Base) – veiculado pelo portal da arquidiocese do Rio no dia 17 de junho – no contexto da realização, a 7 de agosto, em Natal, Rio Grande do Norte, do 2º Encontro de integrantes do então Movimento de Natal.
Dom Eugenio recordava “duas iniciativas deste trabalho que, na década de 50, impulsionaram o surgimento das Comunidades de Base no Brasil”.
Trata-se “da experiência da cidade de São Paulo do Potengi com a criação de núcleos de comunidades para o cultivo da vida cristã e a de educação pelo rádio”.

Segundo Dom Eugenio Sales, à medida que se desenvolvem e crescem as Comunidades Eclesiais de Base, “manda a prudência cristã que haja vigilância na defesa de suas características essenciais”.

“A eficácia desse admirável instrumento de evangelização, proporcionado pelo Espírito Santo, dependerá da preservação de sua identidade religiosa”, afirma.

O arcebispo destacava o imperativo da fidelidade às orientações da Igreja.

As CEBs “são parte integrante das paróquias e estas, das comunidades diocesanas que estão sob a direção dos Bispos e do Sucessor de Pedro, o Santo Padre”.
Qualquer procedimento discordante constitui uma traição e uma ruptura, com a separação do tronco e a supressão da seiva divina. Como está expresso no Documento de Aparecida:
“As comunidades eclesiais de base, no seguimento missionário de Jesus, têm a Palavra de Deus como fonte de sua espiritualidade e a orientação de seus pastores como guia que assegura a comunhão eclesial’ (nº 179)”, recorda o prelado.
Ao reconhecer que há perigo de desvios, o cardeal Eugenio Sales recorda o documento que João Paulo II deixou para os líderes das CEBs, em sua viagem ao país de 1980.
Dizia o Papa João Paulo II:
“Sublinho, também, esta eclesialidade, porque o perigo de atenuar essa dimensão, de deixá-la desaparecer em benefício de outras, não é nem irreal nem remoto. Antes, é sempre atual. É particularmente insistente o risco de intromissão do político.’Diante da “importância dessa atividade religiosa, é dever do Bispo e de milhares de integrantes das Comunidades Eclesiais de Base zelar pela observância dos rumos dados pelo Magistério”.Para esses cristãos, vale mais a autonomia e a autodeterminação .Trata-se de um comportamento oposto ao verdadeiro ‘sentire cum Ecclesia’, ‘sentir com a Igreja. Porém,“Não há oposição às Comunidades Eclesiais de Base, quando estas são verdadeiras(Cristãs e Católicas)”.
II – Julgar:
As comunidades, são as pessoas; a vida eclesial.
A Igreja só tem dois caminhos: ela só pode ser uma Igreja Viva ou morta. Uma Igreja morta é composta por várias comunidades que não deveriam receber o título de comunidade.
Uma comunidade é um povoado, um grupo de pessoas que habitam no mesmo local e lá se reúnem para rezar, para realizar entre si os ensinamentos cristãos, onde se preparam para receberem os sacramentos em suas vidas, onde entram em comunhão com a Santa Mãe Igreja.
Caso contrário, nós não teremos comunidades. Teremos apenas um espaço onde vivem e moram várias pessoas, e não comunidade. A comunidade sou eu, é você, e juntos podemos afirmar: NÓS FORMAMOS UMA COMUNIDADE DE VIDA.
Uma comunidade de vida é um grupo onde encontramos agentes de pastoral, membros das Comunidades Novas e dos Movimentos de Igreja, pessoas comprometidas com os ensinamentos do Evangelho de Jesus. Comprometer-se é assumir o desafio. Assumir o desafio é acolher e aceitar em sua vida Jesus Cristo como a única verdade a ser seguida. Sendo ele a única verdade, não devemos escolher caminhos contrários que se apresentam para nós com falsas idéias, com falsas ideologias, com falsos ensinamentos.
Tudo aquilo que vai contra os ensinamentos de Jesus, é uma mentira e deve ser rejeitada.
A rejeição a centralidade de Jesus não deve existir. Só é possível esta rejeição quando fugirmos de nós mesmos, fugirmos do encontro com Deus e passamos a perder em nossa vida o que nós chamamos de fé.
Em contra partida a fé é o ponto de ligação entre eu e Deus, entre eu e o outro, entre eu e a Igreja.
III – Agir:
O Novo Modêlo de paróquia hoje é: “Paróquia a Comunidade de Comunidades.”


A Igreja é a grande Mãe. A Igreja é aquela que abre os braços para nos acolher, para nos compreender, para nos entender e principalmente para nos ensinar.
Depois de acolhidos nós somos capacitados, somos formados, somos ensinados a cerca da verdade cristã. Esses ensinamentos se fazem presentes em nossa vida em vários momentos do nosso dia-a-dia, nos nossos encontros, na Santa Eucaristia, nas nossas reuniões, nos nossos grupos de pastorais. Em todos esses momentos a Igreja forma. E a formação é um ponto necessário para que a gente possa compreender o meu sentido, o meu papel dentro da vida de minha paróquia.
Conservemos em nossas mentes, em nossas vidas, baseados nos ensinamentos de Jesus uma comunidade que caminha em união. Não pensemos uma paróquia separada de todas as comunidades.
Mas dentro do corpo da nossa paróquia nós temos as pequenas ramificações que são as nossas comunidades com os diferentes nomes que nós conhecemos. E cada uma delas lá realiza o seu ofício. Tudo isso fundamentados no que a paróquia oferece. Nossa paróquia não pode ser entendida como ambiente isolado de toda comunidade, porque ela é a própria comunidade.
As comunidades Cristãs mais distantes também formam a nova paróquia: Comunidade de Comunidades, inclusive aquelas separadas da Igreja Católica.

São pessoas que compartilham da mesma verdade de Cristo, da mesma palavra de vida que aqui experimentamos. Não somos melhores e nem piores que ninguém. Porque o olhar que Deus lança sobre nós é um olhar de esperança, que nos faz sentir amados. E diferentemente da nossa situação ele nos ama.Deus ama aquele que vem a Igreja na mesma proporção que ama aquele que não vem.
Deus ama aquele pratica sempre o bem, a verdade e aquele que não pratica o bem e nem faz uso da verdade. Deus ama da mesma forma. Deus não faz distinção de pessoas. A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se você ama mais a Deus do que mim, você está mais propensa a realizar aquilo que Deus pede. E se eu rejeito o amor de Deus em minha vida eu estou mais propenso a realizar aquilo que Deus não pede. Reconheçamos isso: Deus nos ama por igual.
A diferença está no tipo de amor que nós oferecemos a Deus. Se eu amo pouco vou lutar para amar mais. E se muito eu amar, mais eu irei amar a minha igreja, a minha Paróquia, a minha comunidade. E se eu amo, eu sou capaz de me entregar. E se eu me entrego eu realizo um ato de doação. E se eu me dou eu realizo em minha própria vida e deixo acontecer este envio que Deus nos faz. Dois a dois, dez a dez, cinco a cinco para anunciar o evangelho de Deus. Porque se nós anunciamos nós somos hoje e sempre: “discípulos e missionários de Jesus, conscientes do que a nós é permitido e o que não é permitido.”
Sejamos fiéis, sinceros e comprometidos com aquilo que Deus nos pede, sem fazer acepção de pessoas, mas chamando e acolhendo a todos para trabalharem na vinha do Senhor.
Alguns dirão que vão vir e não virão, outros dirão que não virão, e depois irão vir. Não são inimigos, são irmãos.
“Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”

Como o Cristão deve testemunhar sua fé em uma Sociedade Hedonista ?


O hedonismo é muito confundido com o epicurismo, apesar de eles possuírem divergências claras.
“O epicurismo surge através de Epicuro, que levando em conta o hedonismo que o antecede irá, segundo suas concepções, aperfeiçoá-lo. Salientando que o prazer deverá ser regido pela razão, o que resulta em moderação.”
Antiguidade:
Aristipo de Cirene (ca. 435-335 a.C.), contemporâneo de Sócrates, é considerado o fundador do hedonismo filosófico:
1)- Ele distinguia dois estados da alma humana, o prazer (movimento suave do amor) e a dor (movimento áspero do amor).
2)- Segundo ele o prazer, independentemente da sua origem, tem sempre a mesma qualidade e o único caminho para a felicidade é a busca do prazer e a diminuição da dor.
3)- Ele afirma inclusive que o prazer corpóreo é o próprio sentido da vida.
Outros defensores do hedonismo clássico foram Teodoro de Cirene e Hegesias de Cirene.
É importante notar que o hedonismo cirenaico diferencia-se do hedonismo epicurista, sobretudo no que diz respeito à avaliação moral do prazer.
Enquanto a escola cirenaica preceitua que o prazer é sempre um bem em si e melhor quanto mais tempo durar e quanto mais intenso for.
A filosofia epicurista determina que o prazer, para ser um bem, precisa de moderação (gr. “Phronēsis”).
A Idade Moderna
Julien Offray de La Mettrie, iluminista francês, atualizou o hedonismo e seu discípulo, Donatien Alphonse François de Sade, radicalizou-o, transformando-o em amoralismo, tranformando o ideal de “serenidade” em “frieza” diante de outras pessoas.
Posteriormente as teses hedonistas foram retomadas pelos autores utilitaristas Jeremy Bentham e Henry Sidgwick. Este último autor distingue entre hedonismo psicológico e hedonismo ético:
1)-Hedonismo psicológico é a pressuposição antropológica de que o ser humano sempre procura aumentar o seu prazer e diminuir seu sofrimento e que, assim, a busca do prazer é a única força motivadora da ação humana.
2)-Já hedonismo ético é uma teoria normativa que afirma que os homens devem ver o prazer (os bens materiais) como o mais importante em suas vidas.
ATENÇÃO !!! – Aqui diferenciam-se o egoísmo hedonista, no qual o indivíduo busca somente o seu próprio bem, e o hedonismo universalista ou utilitarismo, que busca o bem de todos. (the greatest happiness to the greatest number is the foundation of morals and legislation), à ideia de que é possível a realização do máximo de utilidade com o mínimo de restrições pessoais, numa perspectiva que reduz o direito a uma simples moral do útil coletivo.
Libertando-se deste critério quantitativo da aritmética dos prazeres, Stuart Mill assume o critério da qualidade e formula a lei do interesse pessoal ou princípio hedonístico:
“Cada indivíduo procura o bem e a riqueza e evita o mal e a miséria. Desta forma, a moral do interesse individual de Bentham aproxima-se de uma moral altruísta ou social.”
Atualmente as teses hedonistas são defendidas por filósofos como o francês Michel Onfray.
Fonte: Wikipedia
UMA PARALISIA: O HEDONISMO
( Por Padre Faus)
Se você pudesse olhar a “bússola íntima” de muitos homens e mulheres, veria que um grande número de corações tem a agulha magnética apontada para uma estrela de cinco pontas:
meu prazer− meus gostos− meu interesse –minhas vantagens−meu direito de ser feliz.
Outros, poucos − tomara que aumentem e você seja um deles! –, apontam para um Norte melhor, para outra estrela que tem cinco pontas radiantes:
ideal−doação−serviço−meu dever−meu amor.
A primeira estrela nasce dos porões mais profundos do egoísmo. A segunda surge do abismo de Amor de Deus, anunciando um alvorecer de vida.
Se você leu “O senhor dos anéis” ou viu o filme, estará lembrado das sombras de Mordor, que invadem a Terra Média e ameaçam devastar tudo.
O hedonismo é hoje uma sombra de Mordor que avança sobre a vida moral das pessoas.
Você sabe o que é o hedonismo? Vale a pena lembrar:
«Doutrina que considera que o prazer individual e imediato é o único bem possível, princípio e fim da vida moral».
Em coerência com isso, é característico do hedonismo considerar o sofrimento individual como o “único mal”; e igualmente como um absurdo o sacrifício voluntário, se não é meio para conseguir maiores “prazeres individuais”.
Acontece, porém, que eliminando o sacrifício, as virtudes desaparecem ou ficam paralisadas. «Nenhum ideal – dizia São Josemaria – se torna realidade sem sacrifício» (Caminho, n. 175).
Como talvez lembre, no primeiro capítulo comentávamos a parábola de Cristo que fala do papel ridículo de um homem que principiou a edificar e não pôde terminar (Lc 14,28-30). É muito interessante constatar que Jesus usou essa imagem para ilustrar a seguinte sentença:
Aquele que não carrega a sua cruz e me segue, não pode ser o meu discípulo (Lc14,27).
Realização e cruz:
Quem conhece um mínimo de História, sabe que, durante milênios, tanto os espíritos pagãos mais elevados como os cristãos – no Ocidente e no Oriente – chegaram à certeza de que a autêntica realização humana só podia encontrar-se nas virtudes, e no bem (nos valores) para o qual todas elas apontam.
Os homens e as mulheres, sem dúvida, falhavam, não eram santos; muita vez eram mesquinhos; mas nunca os pais e mestres pensavam nem ensinavam que o único mal da vida fosse o sofrimento ou o sacrifício.
Via-se como coisa evidente que o mal consistia na falta de valores (de referências nítidas sobre o bem e o mal) e de virtudes. Por isso, as virtudes eram ensinadas, em todas as idades, como um esforço moral necessário para alcançar o bem e vencer o mal.
“Todos os heróis admirados e propostos como modelo eram homens e mulheres capazes de grandes sacrifícios, de renúncias generosas, de sofrimentos heroicos por uma causa, que consistia sempre num bem, nunca num prazer puro e simples.”
Era um ideal em que o bem e a beleza se identificavam. Este foi o denominador comum dos grandes personagens bíblicos, dos heróis pagãos e dos santos cristãos.
Até há pouco mais de meio século, o sinal da grandeza de uma pessoa era a qualidade excepcional das suas  virtudes. Neste sentido, a Igreja Católica, ao estudar a possível canonização de algum fiel falecido com fama de santidade, analisa primeiro se praticou “virtudes heroicas”.
Se, ao longo dos séculos, a virtude não só admitia como exigia o sofrimento corajoso e o sacrifício desinteressado, agora, esse quadro parece estar sendo pichado, retalhado, substituído pela liberdade do prazer sem entraves. Quem se atreve a opinar o contrário é tachado de “moralista”, medieval e truculento.
Esses “pichadores” não se dão conta de que a única liberdade que merece esse nome é aquela que filósofos cristãos chamam “liberdade de qualidade”, ou seja, a liberdade de escolher voluntariamente o que é bom, o que é melhor, o que é  virtude.
E que, pelo contrário, a liberdade que eles defendem é a “liberdade de indiferença”, que é a liberdade de “tanto faz”, e consiste em optar em cada momento pelo que dá na cabeça, em escolher o que agrada e rejeitar o que incomoda. Tudo fica, assim, sob as rédeas do capricho e do prazer imediato.
O hedonismo paralisa o amor de Deus
O hedonismo, como o orgulho, infiltra-se em tudo, infecciona o sangue da alma. É uma esclerose progressiva, generalizada. Afeta gravemente as relações com Deus e as relações com o próximo.
Vamos ver, com apenas algumas pinceladas, esse efeito paralisante:
1)- Em primeiro lugar, as relações com Deus:Com a mística do prazer, Deus é jogado fora como um obstáculo que atrapalha, com seus mandamentos, a liberdade de viver conforme as próprias vontades. “Deus exige”? “Então não serve!”. “Eu é que devo exigir de Deus que Ele me sirva, que me ajude a não sofrer, a me sentir bem, a ganhar dinheiro,não sou eu que devo servir a Deus, mas Ele que deve me servir, se quer que eu creia N’Ele.
A religião é vista pelo hedonista como um produto de supermercado ou de shopping. O mercado das religiões, hoje, está bem abastecido. As gôndolas estão cheias, para cada qual escolher a sua religião “à la carte”.
Para muitos, a Verdade não interessa; não interessa nem a Palavra nem a Vontade de Deus. Interessa só um tipo de religião que aprove todos os meus caprichos, pecados e erros; que me faça cafuné na cabeça e me tranquilize, oferecendo-me cultos, pregações, cânticos e orações com efeitos semelhantes aos da sauna, da ioga ou da dança do ventre.
Uma religião, em suma, sem outro amor que o “amor a mim mesmo”, amenizado por umas pinceladas de caridade “gostosa” e uma pitada de alguns dias voluntariado para tranquilizar a consciência.
É evidente que esse tipo de religiosidade é paralisante, e não levará nunca à realização no amor, à plenitude da vida. Nunca levará ao Deus vivo.
2)- O hedonismo paralisa o amor ao próximo:Lembro-me de umas palavras expressivas da Carta às famílias de João Paulo II, em que falava de:
«uma civilização das “coisas” e não das “pessoas”; uma civilização em que as pessoas se usam como se usam as coisas… A mulher pode tornar-se para o homem um objeto, os filhos um obstáculo para os pais, a família uma instituição embaraçosa para a liberdade dos membros que a compõem».
A mentalidade hedonista de um casal, por exemplo, nota-se na decisão relativa a ter ou não ter filhos, a ter mais ou menos filhos.
É um assunto complexo, que exige ponderar diversos fatores objetivos (saúde, p.e.). Mas, em oitenta por cento dos casos, o fator decisivo é o hedonismo: o comodismo, a aversão ao sacrifício, o desejo de não ter trabalho, de gozar de mais liberdade para fazer o que se quer. Onde estão aí as virtudes da família e do lar?
A mentalidade hedonista é – como diria o Papa Francisco – uma “mentalidade de descarte”(Cultura do Provisório, nada de definitivo).
Em nome do prazer e do direito de ser feliz, o marido descarta a mulher, a esposa descarta o marido, ambos descartam os filhos, que sempre sofrem as consequências da separação. “Foi inevitável”, dizem, “será melhor para eles”. Será? Fora casos patológicos, teria sido muito melhor para os filhos conviver com as virtudes que os pais deveriam ter vivido, mas não quiseram viver (porque exigiam renúncia e sacrifício!).
De fato, se quisermos conhecer os motivos da maioria dos divórcios, o casal e o advogado nos darão uma lista.
Mas a verdadeira “lista”, aos olhos de Deus são as virtudes que faltaram e levaram aquela família a cair pulverizada, como um edifício sem estacas nem pilares:
“O sentido de vocação e missão, a entrega generosa ao ideal familiar, a abnegação, a compreensão, a dedicação prestativa e alegre, a paciência, o espírito de serviço, o espírito de perdão, e tantas outras mais.”
Coisas análogas se poderiam dizer do egoísmo no relacionamento com os parentes, colegas e amigos, pois também é o hedonismo o que determina, com muita frequência, a exclusão dos idosos e dos doentes (que o Papa Francisco não de cansa de denunciar); a abdicação de responsabilidades na educação dos filhos (já estão numa boa escola); o relaxamento e a trapaça nos compromissos e obrigações profissionais e sociais, a corrupção na vida pública, etc.
3)- O hedonismo paralisa no amor a nós mesmos:Finalmente, umas poucas palavras para que não esqueçamos que o hedonismo destrói, em primeiro lugar, a vida de quem o adota como bússola para a vida.

De fato, o hedonismo avilta o sexo, rebaixando-o ao nível do consumo material. A parceira ou o parceiro – mesmo quando se trata de marido e mulher – desce ao nível da lata de cerveja que, uma vez consumida, se joga fora.
Assim, a sensualidade egoísta torna-se vício tirânico, obsessão, compulsão. O viciado em “liberdade sexual” (em libertinagem) torna-se um pobre escravo da pornografia, da Internet, das redes sociais, da tv noturna, dos desvios da sensualidade. Diz: “Faço o que quero”, mas deveria dizer: “Faço o que não consigo mais deixar de fazer”. Atolou, sem forças para sair, num brejo de que só Deus o pode tirar.
A mesma coisa acontece com a liberdade, tão “atual” (festinha, balada…), de consumir álcool desde a preadolescência; de experimentar drogas brandas; de passar logo depois para a experiência de drogas mais fortes, até cair numa escravidão progressiva, que pode não ter retorno.
Você acha que esses pobres viciados, verdadeiros farrapos humanos, são um monumento à liberdade que tanto os motivou?
Sobre o pano de fundo dessas desgraças, entende-se melhor a tremenda importância desta afirmação: «Onde não há mortificação, não há virtude» (Caminho, n.180). Trataremos disso mais adiante.
Antes de sair dos porões, gostaria de terminar este capítulo com um apelo vibrante:
« Não gostaríeis de gritar à juventude que fervilha à vossa volta: – Loucos!, largai essas coisas mundanas que amesquinham o coração… e muitas vezes o aviltam…, largai isso e vinde conosco atrás do verdadeiro  Amor?» (Caminho, n. 790).
Seminário de Bioética termina com pistas de ações práticas para jovens defenderem a vida:

O seminário de bioética do dia 15 de julho de 2012, último dia do Seminário Nacional Juventude e Bioética, o dia iniciou com a palestra do assessor da Comissão para a Vida e Família da CNBB, padre Rafael Fornasier.
Em sua colocação, o assessor forneceu pistas de ação para que os jovens possam, em sua realidade, levar a postura da Igreja sobre a defesa da vida.
Inicialmente, padre Rafael apresentou como a Igreja tem dado a contribuição quando reforça a Palavra de Deus, o cuidado com o próximo, a educação para a vida e o amor e o protagonismo de todos os católicos nesta defesa.
Ao citar a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, do Papa Paulo VI, o sacerdote enfatizou a importância da presença dos leigos e que eles podem falar também em nome da Igreja contra as formas de atentado à vida.
1)-Cultura de morte
Antes de fornecer as pistas de ações concretas aos jovens, padre Rafael traçou um panorama do contexto atual de cultura da morte e citou alguns de seus elementos:
a)- Ideologia eugenista, em que os “diferentes” devem ser eliminados, com base na teoria de que apenas os “perfeitos” devem viver. Tal concepção fundamentou a ideologia nazista e uma das máximas criadas foi o jargão “Vidas que não devem ser vividas”. Inicialmente, favoreceu a eutanásia e, depois, a ideia da superioridade da raça branca.
b)- Ideologia de gênero: distinção entre o biológico e social. Ou seja, o sexo ou as características físicas com as quais o indivíduo nasceu não determinariam a atuação ou o modo de ser na sociedade.
c)- Utilitarismo, consumismo, hedonismo: hoje, as questões de bioética estão muito ligadas a estes conceitos no sentido de questioná-los. Tais conceitos apresentam, segundo o assessor, um forte cunho econômico e uma busca de uma liberdade deturpada e de um prazer exacerbado.
O sacerdote apresentou ainda as questões em voga da bioética, como aborto, controle de natalidade (métodos contraceptivos), reprodução assistida e pesquisas com células-tronco.
Além destas, o assessor destacou também realidades como a disseminação da Aids, homossexualidade, pesquisa com seres humanos, prostituição, eutanásia, tráfico de pessoas, desequilíbrio ecológico, com o objetivo dos jovens tomarem consciência do seu campo de ação na sociedade atual.
Pistas de ação
“Isso deve nos interpelar a atitudes concretas”. Foi com este alerta que o assessor ressaltou a necessidade do protagonismo leigo e de ações efetivas na defesa da vida, como a cobrança juntos aos Três Poderes para que atuem em favor da vida e da família. Neste ponto, o sacerdote apontou como as três esferas parecem não caminhar juntas, como se vê em certos casos, atualmente, com a sobreposição do judiciário sobre o legislativo.
Ao recordar ideias que afirmam ser hipocrisia a proibição do aborto e das drogas porque limitariam uma suposta liberdade, o assessor questionou apontando que, se formos seguir esta linha, também seria hipocrisia ter as leis de trânsito, jáque muitos morrem no trânsito, ou leis punitivas dos assassinatos pois muitos matam todos os dias.
“Nem tudo o que a lei diz para fazer é moralmente lícito”.
Foi a partir desta afirmação que padre Rafael Fornasier deu pistas de ação pastoral e social para que todos se empenhem contra as leis abortistas e posturas que violam a vida humana.
Entre as indicações de ações estão a coleta de assinaturas para aprovação do Estatuto do Nascituro; acompanhamento dos procedimentos legislativos e dos julgamentos no STF; criação e promoção de associações de família, pró-vida, juristas (âmbito civil) e de médicos; criação e promoção de comissões de respeito, promoção e defesa da vida; formação de programas de acolhida e acompanhamento em favor da vida (exemplos: CAM, Projeto Raquel, Sonho de Mãe, Fazenda da Esperança).
Um outro ponto de destaque a ser empreendido pelos jovens é a formação contínua, através de documentos e do Catecismo da Igreja, cursos em seminários e  institutos, além de grupos de estudo.
Envio:
Com a Santa Missa, presidida pelo presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, Dom Eduardo Pinheiro, neste domingo, 15, o Seminário de Bioética chegou ao fim. Conforme apontou Dom Eduardo, a partir deste encontro os jovens são enviados para as suas dioceses, movimentos, pastorais e comunidades para que disseminem todo o conteúdo deste final de semana.
Antes da Celebração Eucarística, os jovens tiveram ainda, na manhã deste domingo, um momento final de perguntas e respostas, com a presença de Dom Chomali, Dom Antônio Augusto, Dr.ª Lenise Garcia e da Drª. Alice Teixeira Ferreira, do Departamento de Biofísica da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM), além da apresentação das Comissões para Juventude e para Vida e Família da CNBB e dos Jovens Conectados.

Todo Cristão batizado é chamado é Santidade de vida – Portanto Ser Santo não é presunção, MAS VOCAÇÃO – Já pensou sobre isto ?


Reflexão sobre a santidade, meta de todo fiel católico consciente da fé que professa.
(Por Vanderlei de Lima – Zenit)
Encheu-me de alegria essa solicitação a mim dirigida, há poucos dias, por um seminarista:

 “Reze para que eu seja santo”.

Além de me fazer ainda mais comprometido com a missão de oferecer minhas orações por esse jovem, o pedido levou-me a refletir sobre a santidade, meta de todo fiel católico consciente da fé que professa.
Desse modo, começo recordando que a Sagrada Escritura traz, em Levíticos 19,2 a exortação do próprio Deus a Israel, seu povo:
“Sede santos, porque Eu sou santo”. Exortação que o Senhor Jesus reafirma, em Mateus 5,48, ao recomendar: “Sede santos como o Pai celeste é santo”.

Portanto, devemos, como recomendava, frequentemente, Dom Estevão Bettencourt, OSB (†2008), sacudir a mediocridade e avançar para as águas mais profundas (cf. Lc 5,4) em busca da vida santa em Deus.
Para isso, é preciso, como ensina São Leão Magno (†461), que nós cristãos reconheçamos a nossa dignidade.
Realmente, só o pensar que merecemos o sangue redentor de Cristo quando ainda éramos pecadores (cf. Rm 5,6) já é suficiente para renovarmos a cada dia o propósito de, com a graça de Deus, nos esforçar continuamente rumo à santidade.
Se Deus nos chama a essa meta tão alta: sermos santos como o Pai celeste é santo, é para que nunca paremos de progredir.
Quem para sucumbe, entregue ao cansaço ou ao desânimo mesquinho. Aquele que é vigilante, porém, merecerá gozar das núpcias do Noivo que chega fora de hora (cf. Mt 25,6-13).
As exortações à vida santa, contudo, não param por aí. Diante do pedido feito pelo seminarista, desejo lembrar ainda que a Lumen Gentium, do Concílio Vaticano II (1962-65), assegura:
“Todos os fieis cristãos são, pois, convidados e obrigados a procurar a santidade e a perfeição do próprio estado (LG n. 40-41).”

Essa afirmação conciliar é importante: Todos somos convocados à santidade na vocação que Deus nos deu: bispos, sacerdotes, leigos casados e os consagrados na vida religiosa ou leiga. Ninguém está, portanto, excluído desse apelo do Pai amoroso que nos quer junto d’Ele na Jerusalém celeste para sempre.
Importa, portanto, levarmos uma vida digna da vocação a que fomos chamados (cf. Ef 4,1), pois só assim atingiremos, com a graça divina, a meta sublime da santidade.
É certo, porém, que o alicerce da santidade é a humildade:
Só aquele que se reconhece como realmente é (com suas virtudes e defeitos) tem chances de dar passos largos no caminho da própria santificação. O orgulhoso, arrogante, prepotente está longe disso. Ele é tão cheio de si que não passa na porta estreita (cf. Mt 7,13).
Aqui, alguém poderia perguntar: Afinal, como se pode definir um santo?
Respondemos que santo(a) é o (a) pecador(a) que reconhece a sua fraqueza e, por isso, humildemente, pede o perdão de Deus e o auxílio da graça.
“Errar é comum a todos os homens, mas pedir perdão é próprio dos santos”, diz Santo Ambrósio de Milão (†397), Bispo e Doutor da Igreja.
Para finalizar, é preciso considerar a seguinte objeção:
Não será orgulho do seminarista pedir que outros rezem para que ele seja santo? – De modo algum – respondo –, pois ele sabe que ninguém é santo para si mesmo, mas para os outros. Foi isso que bem expressou a beata Elizabeth da Trindade, citada por João Paulo II, na Exortação Apostólica Reconciliação e Penitência, n. 16, ao escrever que:
 “uma alma que se eleva, eleva o mundo inteiro”.
Daí ser importante pedirmos sempre, como ensina o Cardeal Merry del Vall, secretário e amigo do Papa São Pio X, na ladainha da humildade:
“Que os outros possam ser mais santos do que eu, contanto que eu pelo menos me torne santo como puder – Ó Jesus, concedei-me a graça de desejá-lo!”.

Por fim, não podemos esquecer:
“A santidade não é para mim mesmo, mas para que Deus se utilize dela em favor do próximo.”

Você relembra e sabe o que está envolvido no escândalo das Cuecas do mensalão ?


Do Partido dos Trabalhadores (PT)
Envolvidos – Em ordem alfabética:
1)-Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, assumiu para si toda a responsabilidade de arquitetar e executar o esquema de financiamento ilegal do PT e de outros partidos aliados com a ajuda de Marcos Valério. Delúbio disse que nem a direção do PT, nem o ministro José Dirceu conheciam a origem dos recursos obtidos com Marcos Valério. Ele alega que estes recursos seriam pagos e que serviram para o pagamento de despesas “não contabilizadas” das campanhas eleitorais de 2002 e 2004 do PT e dos partidos aliados. A versão foi endossada por Valério. Afastou-se do cargo após as denúncias Gilberto Carvalho chefe de gabinete do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva Os irmãos do Prefeito Celso Daniel e chefe de gabinete de Lula participam de acareação|dizem que Carvalho transportava malas de dinheiro]] do esquema de corrupção montado na Prefeitura de Santo André para o então presidente do PT José Dirceu
2)-João Magno (PT-MG), Disse que recebeu dinheiro das contas de Marcos Valério, seguindo a orientação do tesoureiro Delúbio Soares

3)-João Paulo Cunha (PT-SP), deputado federal, ex-presidente da Câmara. Dois assessores do deputado mais a sua esposa visitaram o Banco Rural no Brasília Shopping. O deputado disse à CPI dos Correios que sua mulher foi ao banco pagar uma prestação de TV a cabo. A diretora financeira da SMPB (empresa de Marcos Valério), Simone Vasconcelos, disse para a Polícia Federal que João Paulo Cunha recebeu R$ 200 mil de ajuda do empresário. Em seguida, documentos enviados pelo Banco Rural mostraram que a esposa de Paulo Cunha sacou R$ 50 mil. Marcos Valério retificou a lista de Simone Vasconcelos e disse que Paulo Cunha recebeu só R$ 50 mil. Porém, Valério não explicou onde foram parar os outros R$ 150 mil.
4)-José Adalberto Vieira da Silva (PT-CE), preso pela Polícia Federal com US$ 100.000,00 na cueca, assessor do deputado José Nobre Guimarães.
5)-José Dirceu, acusado por Jefferson de ser o “mandante” e o “cérebro do maior sistema de corrupção da história da República”, nega categoricamente as acusações, afirmando desconhecer totalmente o esquema de empréstimos e pagamento a deputados. Demitiu-se do cargo de Ministro Chefe da Casa Civil, reocupando seu mandato de Deputado Federal e passando a dedicar-se totalmente à sua defesa no processo de cassação por quebra de decoro parlamentar contra ele aberto na Comissão de Ética da Câmara dos Deputados. José Dirceu teve seu cargo cassado pela Câmara dos Deputados na noite do dia 30 de novembro de 2005 para a madrugada do dia 1º de dezembro de 2005. Os votos a favor da cassação foram 293.
6)- José Genoíno, ex-presidente do PT. Denunciado por utilizar Marcos Valério como fiador de empréstimos ao PT junto aos bancos do Brasil, Banco Rural e BMG. Também paira sobre ele a suspeita dos doláres apreendidos na cueca do assessor de seu irmão, o deputado José Guimarães. Renunciou à presidência do PT após o escândalo.

7)- José Mentor (PT-SP), teve atuação polêmica como relator da CPI do Banestado, quando fez sumir, inexplicavelmente, as menções ao Banco Rural no relatório final da CPI. Seu escritório de advocacia recebeu R$ 60 mil de uma conta no Rural de uma empresa de Marcos Valério.
8)- José Nobre Guimarães (PT-CE), irmão de José Genoíno, teve seu assessor flagrado com US$ 100.000,00 na cueca, além de R$ 200.000,00 na mala. O deputado Guimarães também é acusado do recebimento de R$ 250.000,00 das contas de Marcos Valério.

9)- Josias Gomes (PT – BA), suspeito de retirar, pessoalmente, a quantia de R$ 100 mil das contas de Marcos Valério.
10)- Juscelino Dourado, chefe de gabinete do ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Pediu demissão em setembro de 2005 em meio a denúncias de que teria participado ao lado de Rogério Buratti e Vladimir Poleto de operações de tráfico de influência no Ministério da Fazenda.
11)- Luiz Gushiken, ex-dirigente da SECOM (Secretária de Comunicação, até então com status de ministério), que indicava dirigentes para os fundos de pensão. Acusado de favorecimento de uma corretora de seus ex-sócios ligada a fundos de pensão. Os bancos BMG e Rural são suspeitos de lucrar indevidamente com os fundos.
12)- Luiz Inácio Lula da Silva(PT-SP) segundo Duda Mendonça em declaração a Veja Lula supostamente teria conhecimento do escândalo de caixa dois do PT, e não denunciou. Lula alegou durante muito tempo ser completamente ignorante sobre o esquema, tendo sido apenas em meados do fim do segundo mantato que admitiu estar ciente desde 2005.
13)- Marcelo Sereno, ex-secretário de Comunicações do PT. Demitiu-se após o escândalo.
14)- Paulo Rocha (PT-PA), deputado federal, ex-líder do PT na Câmara. Sua assessora foi ao Banco Rural onde fez saques das contas de Marcos Valério no valor de R$ 920 mil. Renunciou à liderança do partido e mais tarde ao cargo de deputado para fugir à cassação.
15)- Professor Luizinho (PT-SP), deputado federal, ex-líder do governo na Câmara, teve um assessor que recebeu R$ 20 mil de Marcos Valério.
16)- Raimundo Ferreira Silva Júnior, vice-presidente do PT no Distrito Federal. Trabalhava no gabinete do deputado Paulo Delgado (PT-MG). Também sacou dinheiro das contas de Marcos Valério.
17)- Ralf Barquete, assessor de Antonio Palocci na prefeitura de Ribeirão Preto, morreu de câncer em 8 de Junho de 2004. Rogério Buratti disse que em 2002 Barquete consultou-o sobre como fazer para trazer dólares do exterior.
18)- Rogério Buratti, trabalhou como secretário na prefeitura de Ribeirão Preto, durante a administração do prefeito Antonio Palocci (atual ministro da Fazenda). Foi também assessor do deputado José Dirceu na década de 1980. Foi preso em agosto acusado de lavagem de dinheiro. Em busca do benefício da delação premiada, Buratti começou a fazer várias acusações contra o ministro da Fazenda.
19)- Sérgio Gomes da Silva, mais conhecido como o “Sombra”. Trabalhou na administração do prefeito Celso Daniel, assassinado em 2002. Segundo o Ministério Público ele é o principal suspeito de ser o mandante do crime.
20)- Silvio Pereira, ex-secretário Geral do PT. Ao lado de Delúbio Soares e Marcelo Sereno, foi responsável pelo saque de R$ 4.932.467,12 das contas das empresas de Marcos Valério. Durante as investigações, foi acusado de corrupção por ter recebido de presente de uma empresa privada uma Land Rover, em troca de vantagens para na estatal Petrobrás.
21)- Vladimir Poleto, economista e ex-assessor na Prefeitura de Ribeirão Preto do Ministro da Fazenda Antonio Palocci. Ao lado de Rogério Buratti, é acusado de fazer tráfico de influência. Em 31 de julho de 2002, ajudou a transportar caixas lacradas de bebida de Brasília até São Paulo. Segundo Buratti, dentro das caixas havia dólares doados por Cuba para a campanha de Lula.
22)- Wilmar Lacerda, presidente do PT no Distrito Federal. Disse para a Polícia Federal que recebeu R$ 380.000,00 da empresa SMPB, do publicitário Marcos Valério. Justificou-se dizendo que apenas seguiu a orientação do tesoureiro do partido Delúbio Soares.
23)- Waldomiro Diniz, assessor do ministro da Casa Civil José Dirceu. Waldomiro foi acusado de extorquir empresários do Jogo do Bicho e de Casas de Bingo para arrecadar fundos para campanhas políticas do PT.
Da base aliada

Entenda-se por “base aliada” os partidos que davam sustentação política ao PT, antes do início do escândalo: PTB, PP, PL e PMDB.
1)- Roberto Jefferson (PTB-RJ), que deu origem ao escândalo quando denunciou a prática do Mensalão. Acusado de operar um esquema de arrecadação de “contribuições eleitorais” de fornecedores de estatais como os Correios, o IRB e Furnas. Também é acusado de crime eleitoral, quando recebeu R$ 4 milhões diretamente das mãos de Marcos Valério (enviado de José Dirceu) para o PTB, numa operação não declarada à Justiça Eleitoral.
2)- José Carlos Martinez (PTB-PR), (1948-2003). Acusado de ter recebido R$ 1.000.000,00
3)- Romeu Queiroz (PTB-MG). Acusado de ter recebido R$ 350.000,00
4)-  José Janene (PP-PR), (1955-2010). Citado por Jefferson desde o início, era acusado de distribuir o Mensalão para a bancada do PP. Seu envolvimento foi comprovado pelo depoimento de seu assessor João Cláudio Genu à Polícia Federal, que confessou fazer os saques e entregar o dinheiro à tesouraria do PP.
5)- Pedro Corrêa (PP-PE) – presidente do PP, também foi denunciado por Jefferson e incriminado por Genu.
6)- Pedro Henry (PP-MT) – Ex-líder da Câmara, também foi implicado pelo depoimento de Genu.
7)- José Borba (PMDB-PR) – Ex-líder do PMDB na Câmara. É acusado pela diretora financeira da SMPB de ter recebido R$ 2,1 milhões, mas de ter se recusado a assinar o comprovante de saque (obrigando-a a ir até a agência do banco para liberar o pagamento).
8)- Valdemar Costa Neto (PL-SP)- acusado de ser o distribuidor do Mensalão para a bancada do PL. Seu ex-tesoureiro, Jacinto Lamas, é acusado de ser o maior beneficiário dos saques das contas de Marcos Valério no Banco Rural, recebendo R$ 10.837.500,00. Para evitar o processo de cassação, o deputado renunciou às pressas, antes que fosse aberto inquérito contra ele.
9)- Bispo Rodrigues (PL-RJ) – coordenava a bancada da Igreja Universal do Reino de Deus na Câmara. Teria recebido R$ 150 mil. Foi defenestrado pela sua igreja.
10)-  Anderson Adauto (PL-MG) – o ex-ministro dos transportes, atualmente filiado ao PMDB e prefeito reeleito de Uberaba em 2008. Apesar dos processos contra ele foi reeleito em primeiro turno demonstrando a indiferença do brasileiro á corrupção, recebeu, por intermédio de seu chefe de gabinete, o valor de R$ 1.000.000,00 de Marcos Valério.
Outros

1)- Marcos Valério, empresário, sem partido. Sendo o “operador do Mensalão”, está sendo acusado de diversos crimes de ordem política, financeira, criminal, eleitoral e fiscal. Além de seu envolvimento atual com o PT e o “mensalão”, revelou que manteve um esquema semelhante em 1998 envolvendo o PSDB: naquele ano, através de empréstimos bancários avalizados pelos contratos de publicidade que mantinha com o governo mineiro, financiou as campanhas de diversos candidatos tucanos, entre os quais o senador Eduardo Azeredo, candidato ao governo de Minas Gerais, e que tinha, como candidato a vice-governador, Clésio Andrade, então sócio de Valério na SMP&B.
2)- Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Não é acusado de envolvimento direto com o Mensalão, mas é acusado de recebimento de recursos de Marcos Valério para compor o “caixa 2” de sua campanha eleitoral ao Governo de Minas em 1998.
3)- Marcio Lacerda (PSB-MG)Foi acusado de ter sacado R$457.000,00 da conta de Marcos Valério para ajudar a campanha presidencial de Ciro Gomes em 2002, da qual ele foi coordenador financeiro. O empresário foi então exonerado de seu cargo no Ministério da Integração Nacional, mas seu nome não chegou a ser incluído entre os réus do processo.1 Em recente entrevista Delúbio Soares relembrou a participação de Lacerda no Valerioduto: “E o Marcio Lacerda, que era o tesoureiro da campanha do Ciro Gomes? Ele recebeu 1,2 milhão de reais na conta dele e ninguém falou nada”2
4)- Roberto Brant (PFL-MG). Deputado mineiro do PFL, foi um dos que receberam recursos das empresas de Valério. Chamou a atenção o fato do deputado Brant, de um partido de oposição ao governo, ser identificado como um dos que receberam dinheiro de Valério. Brant argumentou que o dinheiro que recebeu teria sido contribuição de campanha da empresa Usiminas, a qual não havia sido declarada como um de seus doadores oficiais. Valério desmentiu o deputado e a Usiminas não se manifestou.
5)- Duda Mendonça, publicitário responsável pela campanha eleitoral de Lula. Sua sócia, Zilmar da Silveira, aparece como beneficiário de Marcos Valério, tendo recebido dela R$ 15.500.000,00.
6)- Fernanda Karina Somaggio, secretária de Marcos Valério, resolveu testemunhar contra o seu ex-chefe. Confirmou o envolvimento de Valério com Delúbio Soares e com diversos deputados acusados posteriormente de envolvimento com o esquema de corrupção. Denunciou também que os pagamentos eram feitos em malas de dinheiro. Sua agenda que marca os encontros entre Marcos Valério e outras personagens envolvidas no escândalo (Delúbio Soares, José Mentor, entre outros) foi apreendida pela Polícia Federal.
7)- Renilda Soares, esposa de Valério. Não acrescentou muito às investigações, mas denunciou que José Dirceu tinha pleno conhecimento do esquema de corrupção de Valério, e que tudo era feito com a sua anuência.
8)- Toninho da Barcelona ou Antônio Oliveira Claramunt. Um dos principais doleiros brasileiros, preso e condenado por realizar operações financeiras ilegais. Ouvido informalmente por alguns parlamentares da CPMI dos Correios, ele alegou que fez várias operações de câmbio para o Partido dos Trabalhadores (PT) e outros partidos. Segundo o doleiro, o PT mantinha uma conta clandestina no exterior no Trade Link Bank, offshore vinculada ao Banco Rural; o caixa do partido vivia cheio de dólares; em 2002, durante a eleição para presidente, o doleiro fazia operações quase diárias de troca de dólares, com valores entre 30 mil e 50 mil dólares, no gabinete do então vereador Devanir Ribeiro; e a corretora Bônus-Banval, de São Paulo era usada para lavagem de dinheiro e outras operações escusas.
9)- Daniel Dantas, empresário, dono do grupo financeiro Opportunity. Teria praticado tráfico de influência, com a ajuda de Marcos Valério, para que seu grupo fosse favorecido na disputa pelo controle da Brasil Telecom, travada contra o fundo de pensão Previ e o Citibank. Dantas foi condenado em primeira instância pela justiça dos Estados Unidos por práticas que ferem os interesses de acionistas minoritários. Correm contra ele também processos por ter efetuado escutas ilegais em políticos ligados ao então candidato a presidente Luis Inácio Lula da Silva, contratadas junto à empresa Kroll.
10)- Paulo Okamoto, Presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE),e com comprovadas ligações com o PC do B. Acusado de enviar R$ 29.436,00 de um empréstimo feito com ajuda do tesoureiro do PT, para o PC do B na carta que Delúbio Soares enviou a CPI do mensalão em 30 de agosto de 2005.(ver no Bloger da jornalista Elane Moura [34])
11)- Vavá, Genival Inácio da Silva, irmão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo denúncias publicadas pela imprensa brasileira, aproveitou o parentesco com Lula para fazer tráfico de influência em diversos órgãos. [35], [36]
12)- Carlos Massa, o Ratinho, apresentador do “Programa do Ratinho” do SBT na noite. Seu nome foi citado em um suposto pagamento de 5 milhões de reais para falar bem do PT em 2004, segundo a revista Veja dia 4 de março, datada do dia 8. Ratinho nega a acusação e chegou a ameaçar em processar a revista.
Em Portugal
1)- Antonio Mexia – ex-Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações de Portugal. Disse numa entrevista para o jornal Expresso, publicada em 16 de julho de 2005, que recebeu o empresário brasileiro Marcos Valério em Janeiro de 2005 como “consultor do Presidente do Brasil”, a pedido de Miguel Horta e Costa, Presidente da Portugal Telecom. Em 4 de agosto, após ter tido uma conversa com o embaixador brasileiro em Portugal, Mexia diz que recebeu Valério apenas como um empresário brasileiro e que ele não se apresentara como representante do governo brasileiro.
2)- Miguel Horta e Costa – Presidente da Portugal Telecom. Admite que Marcos Valério já foi recebido pela Portugal Telecom para tratar de negócios envolvendo a empresa Telemig Celular. Ele nega a existência de qualquer negócio escuso com o empresário brasileiro. A Portugal Telecom nega ter havido um encontro com Marcos Valério e Emerson Palmieri nos dias 24, 25 e 26 de janeiro de 2005, em Lisboa. A empresa “assegura que nunca participou de qualquer encontro com o objectivo de discutir ou negociar operações que envolvessem o financiamento de partidos políticos brasileiros.”
Referências:
FONTE: Wikipedia

Deus necessita da nossa adoração e de nosso louvor ?


Deus não precisa de nossa adoração.
A Adoração é o resultado daquele que ama a Deus verdadeiramente.Toda ação tem uma reação.Se temos  amor verdadeiro a Deus a adoração é a uma reação natural a isto.
Paulo disse isto:
“[Deus] Nem é servido por mãos humanas como se de alguma coisa precisasse” (At 17.25).
Isto não é admirável? Deus não precisa de você. E certamente não precisa de mim. Ele não precisa de nossas bandas de louvor. Isso não é como se Deus chegasse à tarde de quinta-feira e começasse a dizer:
“Oh! mal posso esperar até domingo quando os rapazes darão um show com aquelas guitarras novamente. Estou me sentindo tão sozinho. Preciso ser estimulado aqui”.

Ele não precisa de nossa adoração. Não precisa de nosso dinheiro. Não precisa de nós. Não precisa de nada.
Na eternidade passada, antes que qualquer coisa, Deus estava lá; e ele era totalmente cheio de gozo e contentamento. Mesmo naquele tempo ele era um Deus amoroso, porque na complexidade da unicidade de Deus […], o Pai amava o Filho […] e se doavam plenamente no Espírito santo.Ele não criou os homens porque estava sozinho.
O fato de Deus não precisar de nós não significa que ele não nos corresponda, que não se deleite em nós, que não se satisfaça em nós. Ele nos corresponde, mas faz isso não motivado por alguma necessidade intrínseca em seu ser ou caráter, e sim por total determinação de suas perfeições e vontade.
Como cristão, temos que ter consciência disso, de que Deus não precisa da nossa adoração ou do nosso louvor e que em nada essa devoção mudará quem Ele é, mas como Senhor, Ele apenas permite tal ato em nosso favor.
Mas se Deus é Deus e não precisa de nossa adoração, porque então o louvamos? 
A resposta é muito simples: Como criador do universo e Salvador, Ele não precisa que seres humanos o adorem, mesmo que sejam seus filhos. Ele é sublime e excelso e tudo o que fizermos não chegará nem perto de quem Ele é e em nada o deixará mais forte, mas por nos amar tanto, Ele permite, pois sabe que fará bem para nós mesmos.
Ele permite que o adoremos, pois sabe da nossa necessidade, pois só através dessa comunhão, podemos entender os propósitos e direções do Espírito Santo em nossas vidas. Ou seja, o Senhor nos ama tanto que quer gerar relacionamento com Ele através da nossa adoração humana e falha.
Louvamos ao Senhor, pois sem nossa fonte de água viva não teríamos vida, viveríamos um dia após o outro sem esperança, sem amor verdadeiro e sem salvação. É por esse amor que o adoramos, não porque Ele precise, mas porque nós precisamos Dele. Estar na presença do Pai é permitir que Ele fale conosco pessoalmente.
O Senhor Deus é um Deus vivo e não um deus mitológico da Grécia antiga que precisa de louvores, Ele não é um homem que precisa de fãs e prestígio para alcançar sucesso.Ele é absoluto e supremo que permite o nosso louvor e adoração e instrui para que possamos permanecer Nele, para Ele permanecer em nós.

SALMO 46
Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia.
2Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares.
3Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.)
4Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
5Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.
6Os gentios se embraveceram; os reinos se moveram; ele levantou a sua voz e a terra se derreteu.
7O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio. (Selá.)
8Vinde, contemplai as obras do Senhor; que desolações tem feito na terra!
9Ele faz cessar as guerras até ao fim da terra; quebra o arco e corta a lança; queima os carros no fogo.
10Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; serei exaltado entre os gentios; serei exaltado sobre a terra.
11O Senhor dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.

O Salmo 46, um cântico endereçado ao mestre de canto, e que nos ensina algo maravilhoso sobre a adoração que prestamos a Deus. 
O cântico descrito no Salmo 46 pode ser dividido em 3 partes que nos revelam um único ensinamento: O foco da nossa adoração deve ser Deus.
Em primeiro lugar porque Deus é:
1 Deus éo nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações. 2 Portanto, não temeremos ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares; 3 ainda que as águas tumultuem e espumejem e na sua fúria os montes se estremeçam. 4 Há um rio, cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo.
Deus é o nosso refúgio, Deus é a nossa fortaleza e Deus é o nosso socorro bem presente nas tribulações. Ainda que tudo ao redor possa dizer o contrario, ainda que a minha vida esteja mergulhada na mais profunda angústia, sera que eu acredito sem sombra de dúvidas que Deus é o meu socorro e o motivo central do meu louvor e adoração? Para minha adoração fazer sentido, eu preciso crer e confiar que Deus é tudo aquilo que Ele diz que é em Sua Palavra.
Em Segundo lugar,Deus está:
5 Deus estáno meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã. 6 Bramam nações, reinos se abalam; ele faz ouvir a sua voz, e a terra se dissolve. O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Depois do salmista nos dizer que Deus é, agora ele vai nos ensinar que Deus está. Deus está conosco. Deus está presente, e essa convicção deve motivar o nosso coração a adorá-lo.
Deus não se ausenta, ainda que Ele se cale ou não percebamos sua presence. Deus sempre está. Por isso Ele é Deus e deve ser o foco da nossa adoração, de nossas canções e de nossa vida.
Por ultimo, o salmista termina a canção nos convidando para contemplar e a adorar a esse Deus que é o nosso refúgio e fortaleza e que está sempre presente:
8 Vinde, contemplai as obras do SENHOR [..] 10 Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra. 11 O SENHOR dos Exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso refúgio.
Deus é o motivo do nosso louvor; Ele é o centro de nossa adoração. Ele é o grande EU SOU. Diante dele nós só podemos nos prostrar em adoração, nos silenciar e reconhecer que ele é o nosso refúgio, fortaleza e Socorro, e ele está sempre presente para nos socorrer. Ele é Deus, exaltado entre as nações, exaltado na terra e deve ser exaltado em nossas vidas também. Diante da grandeza e da majestade desse Deus, resta-nos apenas adorá-lo eternamente por tudo que ele é e faz, ainda que as circunstâncias pareçam contrarias e não temos motivos aparentes para adorar. Deus é o motivo e a razão da nossa adoração.

“Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração,e glorificarei para sempre o teu nome.”. (Salmo 86,12).

JOAQUIM BARBOSA PODE RENUNCIAR!!!??? – Declaratórios ou infringentes, os recursos compõem a conspiração dos derrotados do mensalão do PT – Por Carlos Chagas


                                                         

Se isso acontecer, tudo indica que começa uma revolução neste país! É o fim da picada!! Anular o julgamento e libertar os ladrões do Mensalão do PT inocentando-os para sempre!

Parece que não ouviram as ruas nem viram o que viram há poucos dias.

Vão derrubar Brasília – É o mínimo diante de tanta indignidade !!!

Serão desastrosas as conseqüências, se os mensaleiros conseguirem convencer a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal a iniciar o segundo tempo do julgamento do maior escândalo político nacional, dando o dito pelo não dito e o julgado por não julgado, na apreciação dos embargos apresentados até quinta-feira.


Primeiro porque será a desmoralização do Poder Judiciário, tendo em vista que os réus já foram condenados em última instância, em seguida a exaustivas investigações e amplas condições de defesa.

Depois, porque como reação a tamanha violência jurídica, Joaquim Barbosa poderá renunciar não apenas à presidência do Supremo, mas ao próprio exercício da função de ministro.


Esse rumor tomou conta de Brasília, ontem, na esteira de uma viagem que o magistrado faz a Costa Rica.
Se verdadeiro ou especulativo, saberemos na próxima semana, mas a verdade é que Joaquim Barbosa não parece capaz de aceitar humilhações sem reagir.

Depois de anos de trabalho como relator do processo, enfrentando até colegas de tribunal, conseguiu fazer prevalecer a Justiça, nesse emblemático caso em condições de desmentir o mote de que no Brasil só os ladrões de galinha vão para a cadeia.
Assistir de braços cruzados a negação de todo o esforço que ia redimindo as instituições democráticas ???de jeito nenhum !!!


Em termos jurídicos, seria a falência da Justiça, como, aliás, todo mundo pensava antes da instauração do processo do mensalão. Em termos políticos, pior ainda: será a demonstração de que o PT pode tudo, a um passo de tornar-se partido único num regime onde prevalecem interesses de grupos encastelados no poder.
Afinal, a condenação de companheiros de alto quilate, por corrupção, ia revelando as entranhas da legenda que um dia dispôs-se a recuperar o país, mas cedeu às imposições do  fisiologismo.


Teria a mais alta corte nacional mecanismos para impedir esse vexame?

Rejeitar liminarmente os embargos não dá, mas apreciá-los em conjunto pela simples reafirmação de sentenças exaustivamente exaradas, quem sabe?
Declaratórios ou infringentes, os recursos compõem a conspiração dos derrotados.

 
Vamos lutar com a única arma que nos resta, divulgando rápido!

SE ISTO ACONTECER, O PT E A NOSSA JUSTIÇA ESTARÃO DESMORALIZADAS E O POVO VAI TIRAR O PT DO GOVERNO !

É a única saída para  a busca da dignidade que nos foi roubada.